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16 dezembro 2025

Mamíferos carnívoros em Portugal


  • Lobo-Ibérico: O maior predador português, protegido e vital para os ecossistemas, com populações a norte e sul do Douro, uma espécie protegida e em perigo.
  • Lince-Ibérico: Uma espécie criticamente ameaçada, com um projecto de conservação em Portugal e Espanha. (Programa Lince).
  • Saca-Rabos (Geneta): O único carnívoro diurno.
  • Raposa, Gato-Bravo, Lontra, Texugo, Fuinha: mamíferos carnívoros presentes em diversas regiões. 
  • Urso Pardo Ibéricoextinto como espécie residente em Portugal por volta do século XVII / XVIII, com o último registo de um indivíduo abatido em 1843 no Gerês - no entanto a sua presença é ocasionalmente confirmada por avistamentos dispersos no norte de Espanha, onde se estima que existam cerca de 280 exemplares na Cordilheira Cantábrica e em Portugal no Parque Natural de Montesinho, junto à fronteira com Espanha.
POR FAVOR DEFENDA O PATRIMÓNIO ANIMAL

Defender o património animal envolve proteger a fauna silvestre e doméstica através de denúncias de maus-tratos (à GNR/SEPNA, PSP/BriPA, IRA), respeitar habitats (evitar desmatamento), denunciar tráfico/caça ilegal, apoiar ONGs e promover leis mais fortes e a consciência pública sobre o bem-estar animal e a importância da biodiversidade. É um esforço conjunto entre cidadãos, autoridades e organizações para garantir dignidade e preservação das espécies.

27 novembro 2025

A água que bebemos !

A água canalizada em Portugal é geralmente segura para consumo, com a percentagem de água segura a ultrapassar os 98% nos últimos anos.

No abastecimento de água através de um sistema de canalizações, seja por uma rede pública ou instalação privada a água canalizada pode ser tratada e segura para consumo, como acontece na maioria das zonas urbanas em Portugal, mas a qualidade pode variar - já outras fontes, como água de poços, fontanários ou nascentes podem não ser potáveis - nestes casos, métodos de purificação como filtros, fervura ou destilação devem ser utilizados. 

A água recolhida em lagos, reservatórios, barragens, rios ou aquíferos é canalizada até às estações de tratamento, onde lhe são acrescentados químicos que se fixam aos contaminantes e são posteriormente filtrados para fora do sistema. Algumas estações também usam luz ultravioleta para eliminar as bactérias.

Desinfectantes químicos como cloro ou cloramina são, também acrescentados à água para ajudar a eliminar quaisquer patógenos remanescentes e outros que se possam esconder nos canos através dos quais a água viaja até sua casa.



 CONTAMINANTES POSSÍVEIS

• Arsénio — metal tóxico associado a problemas na pele, rins e sistema nervoso
• Chumbo —  pode causar anemia, problemas cognitivos e neurológicos
• Alumínio — ligado a distúrbios neurológicos quando acumulado
• Cromo Hexavalente — substância altamente tóxica e 
cancerígena
• Nitratos — comuns em regiões agrícolas, prejudicam principalmente bebés
• Hormonas — resíduos de medicamentos e anticoncepcionais podem aparecer na água
• Pesticidas — usados na agricultura e arrastados para os rios e represas
• Resíduos de medicamentos — como antibióticos, anti-inflamatórios e outros
• Bactérias e vírus — podem aparecer em períodos de falha ou excesso de chuva
• Contaminantes radioativos — como radônio e urânio (dependendo da região)
• Trihalometanos (THMs) — subproduto do cloro
• Sedimentos e microplásticos — presentes nos sistemas de distribuição antigos 


O abastecimento e a gestão da água em Almeirim são da responsabilidade da empresa intermunicipal Águas do Ribatejo, E.M., S.A.. A qualidade da água é considerada de excelência, com relatórios regulares que confirmam a sua conformidade com as normas legais.

A qualidade da água na rede pública de Almeirim é monitorizada e cumpre as normas estabelecidas pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR). Os relatórios trimestrais e anuais com os resultados das análises são divulgados publicamente pela Águas do Ribatejo.


04 outubro 2025

O salário dos presidentes de junta de freguesia em Portugal

salário dos presidentes de junta de freguesia em Portugal depende do número de eleitores da freguesia e do regime de trabalho do cargo, seja a tempo inteiro, meio tempo ou não permanente. 

 cinco escalões de remuneração consoante o número de votantes, que vão desde freguesias com menos de cinco mil eleitores até às com mais de 20 mil - quanto maior o número de eleitores, maior é a remuneração.



Presidentes a tempo inteiro em freguesias com mais de 20 mil eleitores (e em regime de exclusividade) a remuneração mensal é de 2.092,53 euros, acrescida de dois subsídios anuais extraordinários de igual valor (Férias e Natal). São ainda pagas despesas de representação de cerca de 627 euros.

Em regime de não exclusividade, os presidentes podem ganhar 1.046,27 euros por mês para freguesias com 20 mil ou mais eleitores, valor a que se somam os dois subsídios anuais e cerca de 314 euros de despesas de representação.

Já nas freguesias de menor dimensão (menos de 5 mil votantes), os presidentes em regime de exclusividade podem ganhar 1.339 euros mensais. E os que não têm exclusividade cerca de 670 euros. A tudo isto, somam-se sempre os subsídios extraordinários e despesas de representação de 402 euros e 200 euros, respetivamente.

Além do salário e das despesas de representação, os presidentes de Junta recebem subsídio de refeição e têm encargos com a Segurança Social pagos pela freguesia, que podem atingir até 23,75% da remuneração. Este modelo garante que a compensação varia de acordo com a dimensão da freguesia e o tipo de dedicação do cargo, refletindo a complexidade e responsabilidade de cada mandato.

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