A água canalizada em Portugal é geralmente segura para consumo, com a percentagem de água segura a ultrapassar os 98% nos últimos anos.
No abastecimento de água através de um sistema de canalizações, seja por uma rede pública ou instalação privada a água canalizada pode ser tratada e segura para consumo, como acontece na maioria das zonas urbanas em Portugal, mas a qualidade pode variar - já outras fontes, como água de poços, fontanários ou nascentes podem não ser potáveis - nestes casos, métodos de purificação como filtros, fervura ou destilação devem ser utilizados.
A água recolhida em lagos,
reservatórios, barragens, rios ou aquíferos é canalizada até às estações de tratamento,
onde lhe são acrescentados químicos que se fixam aos contaminantes e são
posteriormente filtrados para fora do sistema. Algumas estações também usam luz
ultravioleta para eliminar as bactérias.
Desinfectantes químicos como
cloro ou cloramina são, também acrescentados à água para ajudar a eliminar
quaisquer patógenos remanescentes e outros que se possam esconder nos canos
através dos quais a água viaja até sua casa.
• Arsénio — metal tóxico associado a problemas na pele, rins e sistema nervoso
• Chumbo — pode causar anemia, problemas cognitivos e neurológicos
• Alumínio — ligado a distúrbios neurológicos quando acumulado
• Cromo Hexavalente — substância altamente tóxica e cancerígena
• Nitratos — comuns em regiões agrícolas, prejudicam principalmente bebés
• Hormonas — resíduos de medicamentos e anticoncepcionais podem aparecer na água
• Pesticidas — usados na agricultura e arrastados para os rios e represas
• Resíduos de medicamentos — como antibióticos, anti-inflamatórios e outros
• Bactérias e vírus — podem aparecer em períodos de falha ou excesso de chuva
• Contaminantes radioativos — como radônio e urânio (dependendo da região)
• Trihalometanos (THMs) — subproduto do cloro
• Sedimentos e microplásticos — presentes nos sistemas de distribuição antigos

