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27 novembro 2025

A água que bebemos !

A água canalizada em Portugal é geralmente segura para consumo, com a percentagem de água segura a ultrapassar os 98% nos últimos anos.

No abastecimento de água através de um sistema de canalizações, seja por uma rede pública ou instalação privada a água canalizada pode ser tratada e segura para consumo, como acontece na maioria das zonas urbanas em Portugal, mas a qualidade pode variar - já outras fontes, como água de poços, fontanários ou nascentes podem não ser potáveis - nestes casos, métodos de purificação como filtros, fervura ou destilação devem ser utilizados. 

A água recolhida em lagos, reservatórios, barragens, rios ou aquíferos é canalizada até às estações de tratamento, onde lhe são acrescentados químicos que se fixam aos contaminantes e são posteriormente filtrados para fora do sistema. Algumas estações também usam luz ultravioleta para eliminar as bactérias.

Desinfectantes químicos como cloro ou cloramina são, também acrescentados à água para ajudar a eliminar quaisquer patógenos remanescentes e outros que se possam esconder nos canos através dos quais a água viaja até sua casa.



 CONTAMINANTES POSSÍVEIS

• Arsénio — metal tóxico associado a problemas na pele, rins e sistema nervoso
• Chumbo —  pode causar anemia, problemas cognitivos e neurológicos
• Alumínio — ligado a distúrbios neurológicos quando acumulado
• Cromo Hexavalente — substância altamente tóxica e 
cancerígena
• Nitratos — comuns em regiões agrícolas, prejudicam principalmente bebés
• Hormonas — resíduos de medicamentos e anticoncepcionais podem aparecer na água
• Pesticidas — usados na agricultura e arrastados para os rios e represas
• Resíduos de medicamentos — como antibióticos, anti-inflamatórios e outros
• Bactérias e vírus — podem aparecer em períodos de falha ou excesso de chuva
• Contaminantes radioativos — como radônio e urânio (dependendo da região)
• Trihalometanos (THMs) — subproduto do cloro
• Sedimentos e microplásticos — presentes nos sistemas de distribuição antigos 


O abastecimento e a gestão da água em Almeirim são da responsabilidade da empresa intermunicipal Águas do Ribatejo, E.M., S.A.. A qualidade da água é considerada de excelência, com relatórios regulares que confirmam a sua conformidade com as normas legais.

A qualidade da água na rede pública de Almeirim é monitorizada e cumpre as normas estabelecidas pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR). Os relatórios trimestrais e anuais com os resultados das análises são divulgados publicamente pela Águas do Ribatejo.


11 novembro 2025

De onde vieram os portugueses ?

Os Portugueses são um povo e um grupo étnico da Península Ibérica, no sudoeste da Europa - uma população sul europeia, predominantemente atlântico europeia e oeste-mediterrânica. O português é a sua língua, e o catolicismo a religião predominante e são o resultado da fusão de diversos povos que habitaram a Península Ibérica. A sua origem é o resultado de uma mistura de povos ao longo de milénios.


Os povos que deram origem aos portugueses e como aqui chegaram

Alguns desses povos não deixaram vestígios e tudo o que sabemos sobre eles provém da leitura de crónicas históricas gregas e romanas. É o caso dos Estrimníos, dos Sefes ou dos Cempsos, cuja história apenas pode ser conhecida através das crónicas do escritor latino Avieno, no século IV.

1. Estrímnios

O primeiro povo nativo conhecido do território português, estendendo o seu domínio da Galiza ao Algarve. Dormiam no chão, alimentavam-se de carne de bode e pão feito de farinha de bolota e praticavam sacrifícios humanos.
Os Estrímnios foram praticamente exterminados pelos Sefes, tendo sobrevivido apenas alguns povoados dispersos pelo território que antigamente dominavam.

2 . Sefes (ou Ofis)

A sua passagem enquanto força invasora está arqueologicamente bem documentada nas planícies alentejanas, pelo desaparecimento súbito de povoados na Serra de Huelva e nas margens do Guadiana e pela alteração do modelo de povoamento do Alentejo Central, com as povoações a procurarem locais mais altos para viver.

Fundaram uma cidade localizada na atual Evoramonte, Dipo, que sobreviveu até à época romana. Avançaram até às margens do Mondego, fundando Beuipo (Alcácer do Sal), Olisipo (Lisboa) e Colipo (Leiria).

3. Cempsos

Foram uma tribo que habitou o sudoeste da Península Ibérica, habitando a região do Cinético (Algarve). Viveram numa região chamada Cuneum Ager (“Campo Cónio”), sendo uma variante étnica dos cónios, com fortes influências lígures ou célticas. Terão sido os cempsos a fundar Sesimbra.

4. Cónios

Eram os habitantes dos actuais Algarve e Baixo Alentejo antes do século VIII a.C, antes de serem integrados em território romano. A origem étnica dos Cónios permanece uma incógnita: poderão ter uma origem celta, proto-celta ou pré-céltica ibérica. Cronistas da antiguidade greco-romana enumeraram mais de 40 tribos ibéricas, entre as quais se contava a tribo cónia.

5. Draganos

A história e origem deste povo está envolta em mistério. Alguns historiadores afirmam que são descendentes da tribo italiana dos Lígures, que terão migrado para a Península Ibérica. Também se coloca a possibilidade de serem antepassados dos Vetões, que viriam a ocupar mais tarde o território que hoje corresponde à Beira Interior. 

Uma das poucas certezas que se tem sobre os Draganos é que eles foram os responsáveis pela “cultura dos berrões, que se carateriza por estátuas de animais como javalis, lobos e ursos que ainda hoje podem ser encontradas em alguns locais de Trás-os-Montes e das Beiras.

6. Vetões

A sua cultura é muito semelhante à dos Draganos. Por isso mesmo, supõe-se que seriam descendentes destes e que teriam migrado da Galícia e de Trás-os-Montes para a Beira Interior.

7. Túrdulos

Podemos dividir os Túrdulos em 2 povos distintos (que também habitaram 2 locais diferentes). Os Túrdulos originais viviam no Alentejo, ao longo do rio Guadiana, antes da chegada dos romanos à Península Ibérica. Alguns historiadores consideram que Túrdulos e Turdetanos seriam o mesmo povo, embora outras achem que eram dois povos diferentes, mas vizinhos.

Mais tarde, deram origem a um novo grupo, os chamados Túrdulos Velhos, que migraram para norte e se estabeleceram na zona que hoje corresponde à Beira Litoral. Juntamente com os Lusitanos e com os Galaicos, os Túrdulos Velhos lideraram a resistência às invasões romanas.

8. Turdetanos

Embora alguns historiadores considerem que eram o mesmo povo que os Túrdulos, existem evidências que poderá não ser exactamente assim. O geografo grego Estrabão considerava-os os habitantes mais cultos e civilizados da Península Ibérica. Para isso terá contribuído serem descendentes dos Tartessos, um povo culturalmente avançado para aquela época.

Exploravam minas de prata e cobre, faziam comércio com os povos vizinhos, produziam cerâmica de qualidade e tinham rituais funerários próprios (os seus mortos eram incinerados e não enterrados).

9. Lusitanos

Eram um povo celtibérico que viveu na parte ocidental da Península Ibérica. Os Lusitanos limitavam a Norte com os galaicos e astures, a sul com os béticos e a oeste com os celtiberos, na zona mais central da Hispânia Tarraconense.

A sua figura mais notável e conhecida foi Viriato, um dos líderes do combate aos romanos, que foi assassinado à traição. As suas fronteiras não coincidiam com o atual território nacional, mas são uma das bases etnológicas dos portugueses do centro e sul, assim como dos habitantes da Extremadura espanhola.

10. Fenícios

Este povo de navegadores e comerciantes era originário do atual Líbano e da zona costeira da atual Síria. A abundância de peixe nas nossas costas despertou o interesse dos Fenícios, assim como a procura de metais como a prata, cobre e estanho.

Traziam produtos como tecidos, vidros, porcelanas e armas para trocas comerciais. Fundaram as Feitorias (postos comerciais) no litoral, criaram o primeiro alfabeto e usaram o papiro para escreverem. Infelizmente, restam-nos poucos vestígios deste povo.

11. Gregos

Concorrentes comerciais dos Fenícios, chegaram à Península Ibérica depois destes e aqui fundaram diversas colónias, introduzindo a civilização helénica no Sul e Leste da Península.

Como vestígios da sua presença, deixaram a ânfora, vasos e moedas, assim como a noção de moeda, que começou a ser cunhada localmente. No entanto, esta prática apenas se tornou corrente nos restantes territórios da Península Ibérica em anos posteriores, sob a influência de Cartago.

12. Cartagineses

Descendentes dos Fenícios, dedicaram-se ao comércio de metais e à salga do peixe. A eles se atribuí a fundação de Portimão e de outras colónias de pescadores na costa algarvia.

Para além de comerciantes, eram também grandes exploradores, com muitos historiadores a acreditarem que chegaram à Serra Leoa e ao Golfo da Guiné, embora não seja provável que tenham estabelecido rotas permanentes de comércio. Não se crê que tenham feito trocas comerciais para além de Marrocos.

13. Celtiberos

Segundo alguns autores, são o povo que resultou da fusão das culturas do povo Céltico e do povo Ibero, nativo da Península Ibérica. Não existe unanimidade entre os historiadores quanto à origem destes povos. Para alguns autores são um povo celta que adaptou os costumes e tradições iberas.

Estavam organizados em gens, uma espécie de clã familiar que ligava as tribos autónomas numa espécie de federação. Resistiram bravamente aos invasores romanos até cerca de 133 a.C. Deste povo desenvolveram-se os Lusitanos.

14. Romanos

É um dos povos que mais heranças nos deixou, desde o latim, a numeração romana, pontes, aquedutos e cidades. A calçada portuguesa é também criação romana, povo que em muito desenvolveu a nossa agricultura com a cultura do azeite e do vinho.

15. Suevos

Começaram por ser guerreiros e lavradores, e, mais tarde, tornaram-se conquistadores e alargaram o seu reino para sul, até ao Tejo. Converteram-se ao cristianismo por influência de S. Martinho de Dume e fundaram o Reino dos Suevos, com capital em Braga.

Segundo o historiador Dan Stanislawski, o Norte de Portugal tem ainda fortes influências suevas, com a prevalência de pequenos terrenos rurais, o arado quadrado, o espigueiro e nomes como Freamunde ou Guilhofrei, que evocam origens germânicas.

16. Visigodos

Chegaram à Península Ibérica em 416, fundando um reino e submetendo os suevos, dominando assim o território durante longos anos. O reino dos Visigodos era uma monarquia absoluta, com capital em Toledo. Regiam-se pelo Código Visigótico e tinham uma sociedade formada por clero, nobreza e povo.

A pouca arte visigótica que podemos admirar em Portugal está na ourivesaria e arquitetura, como a Capela de S. Frutuoso de Montélios, a Igreja de S. Pedro de Balsemão e a Igreja de S. Gião da Nazaré. Deixaram um importante legado jurídico.

17. Alanos

Os Alanos foram um povo de origem persa que migrou para diversas partes da Europa nos séculos IV e V. Após serem derrotados pelos Hunos, resolveram acompanhar os Suevos e os Vândalos numa migração que atravessou os Pirinéus e os conduziu até à Península Ibérica.

Estabeleceram-se na zona que correspondeu no passado ao território dos lusitanos, a Lusitânia, com capital em Pax Julia, a atual cidade de Beja. No entanto, não estiveram por cá muito tempo: foram derrotados em batalha pelos Visigodos e expulsos para o norte de África juntamente com os Vândalos.

18. Vândalos

Tal como os Alanos e os Suevos, migraram para a Península Ibérica no século V. Dividiram-se em 2 grupos: no norte misturaram-se com os Suevos e formaram o reino com o mesmo nome, enquanto que a sul tinham o seu próprio reino, localizado na região que hoje corresponde à Andaluzia.

O seu destino foi em tudo semelhante ao dos Alanos: derrotados pelos Visigodos, fugiram para o Norte de África através do estreito de Gibraltar e aí fundaram um novo reino, que também viria a durar pouco tempo.

19. Judeus

Até à sua expulsão, no reinado de D. Manuel I, existiam muitos judeus no nosso país, com grande relevância e influência na sociedade. Muitos deles desempenharam importantes e relevantes trabalhos para o sucesso das descobertas portuguesas, em áreas como a matemática, astronomia e cartografia.

Tomar e Coimbra são algumas das cidades com traços da arquitetura judaica do passado (como fontes). Na gastronomia, deixaram a sua marca na famosa alheira de Mirandela (Trás-os-Montes).

20. Mouros / Muçulmanos

A presença muçulmana no nosso país durou 500 anos, pelo que é natural que tenham deixado inúmeras marcas. Temos mesmo diversos bairros atuais que preservam o mesmo aspeto do tempo dos muçulmanos (como a Mouraria e Alfama), assim como a sua influência nas casas tradicionais do Alentejo e Algarve.

Inventaram o tanque, a nora e os canais de rega, e trouxeram a oliveira, o limoeiro, a laranjeira, a abóbora, a cenoura, o arroz e a figueira. Na gastronomia, deixaram-nos o arroz doce, a aletria e o açúcar, entre outros. Hoje, quase todas as palavras portuguesas começadas por al têm origem muçulmana.

21. Africanos

A zona do Sado foi povoada por escravos negros, existindo registos paroquiais e do Santo Ofício que mostram que já no século XVI havia pessoas de cor negra a viver em terras de Alcácer.

A verdade é que, no século XVI, muitos portugueses embarcavam nas naus, o que agravava o défice demográfico existente. Por esta razão, os proprietários das férteis terras do Sado decidiram povoá-las com negros comprados no mercado de escravos.

22. Ciganos

Segundo alguns documentos, os ciganos encontram-se em Portugal há cerca de 500 anos, tendo vindo do Noroeste da Índia, fruto de um movimento migratório feito através de longas caminhadas, que originou a apropriação de culturas e línguas diferentes, mas com elementos em comum.

O primeiro grupo que chegou a Portugal, em meados do século XV, terá causado alguma estranheza, pela sua língua estranha, por se vestirem de forma considerada exótica e por terem hábitos e culturas diferentes.

23. Franceses

Em 1199, D. Sancho I, para além de doar a Herdade da Açafa à Ordem do Templo, anuncia a vinda de colonos franceses, que chegariam de forma faseada, para povoar o nosso território.

Estes colonos instalaram-se e ergueram habitações, fundando aglomerados populacionais a que deram o nome de origem das suas terras. Assim surgiram terras como Nisa, a “nova Nice”.

A expansão marítima e a colonização trouxeram novas influências culturais e linguísticas que continuam a moldar a identidade portuguesa

Quais as características do povo português?

Podem destacar-se algumas que são bem positivas e facilitam a convivência diária.

São pessoas prestativas

Os portugueses, de modo geral, são pessoas prestativas, sempre dispostas a ajudar - não é difícil encontrar alguém disponível para dar uma informação na rua, dar uma boleia ou ajudar a carregar uma caixa.

São honestos

A honestidade é uma das qualidades que mais encantam nos portugueses. Procurar o dono de um objeto perdido ou guardar uma carteira encontrada na rua são situações comuns.

São francos e directos

Essa é uma característica admirável, embora algumas pessoas não gostem e considerem falta de educação. Normalmente, os portugueses não têm receio de dar sua opinião, de reclamar se for preciso ou de demonstrarem o seu descontentamento com alguma coisa. A fala directa e sem muitos rodeios é uma realidade em Portugal.

Têm orgulho na sua cultura

O povo português tem orgulho na sua história e na sua origem – estão satisfeitos por serem quem são e não escondem esse facto.

São um povo com uma riquíssima gastronomia e ficam felizes em apresentar os pratos mais típicos do país para os recém-chegados.

Ser recebido na casa de um português é sinal de amizade, sempre com boa comida e bebida na mesa.



02 novembro 2025

Isto não se faz !!!

Depois de umas "pequenas obras" numa casa aqui da aldeia, os "artistas" decidiram atirar o entulho resultante para um dos caminhos da "hortas". 

Para além de ser um crime ambiental, punível por lei, prejudica o ambiente e a saúde pública, podendo causar poluição do solo, da água e do ar

Sabemos quem foi. Podemos adiantar que os "artistas" não residem na freguesia, apenas aqui estiveram para fazer as obras.


 



01 novembro 2025

You Can't Win, Charlie Brown

Compostos por Afonso Cabral (voz, guitarras, teclados e baixo), David Santos (voz, teclados e percussões), João Gil (voz, teclados, guitarras, baixo), Pedro Branco (voz, guitarras e baixo), Salvador Menezes (voz, baixo e guitarra acústica) e Tomás Sousa (voz, bateria e samplers), os YCWCB surgiram em 2009, ainda como quarteto, quando o tema Sad Song foi incluído na coletânea Novos Talentos FNAC. Em 2010, editaram um EP homónimo, muito bem recebido pela crítica, e pouco tempo depois, pela Pataca Discos, estrearam-se nos LP. Em 2019 e celebraram os dez anos de carreira com uma série de concertos por todo o país.

Clique sff na imagem para ver o vídeo


25 outubro 2025

Animais errantes / abandonados

Em Portugal, 𝗲́ 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮𝗯𝗶𝗹𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗱𝗮𝘀 𝗰𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮𝘀 𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗶𝘀 a gestão dos 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗲𝗿𝗿𝗮𝗻𝘁𝗲𝘀.

𝗢 município tem a obrigação legal de recolher o animal e garantir o seu devido encaminhamento.

Segundo a Lei n.º 27/2016, que estabelece as medidas para a protecção dos animais, os 𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶́𝗽𝗶𝗼𝘀 𝘀𝗮̃𝗼 𝗿𝗲𝘀𝗽𝗼𝗻𝘀𝗮́𝘃𝗲𝗶𝘀 𝗽𝗲𝗹𝗼 𝗰𝗼𝗻𝘁𝗿𝗼𝗹𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗽𝗼𝗽𝘂𝗹𝗮𝗰̧𝗼̃𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗶𝘀 𝗲𝗿𝗿𝗮𝗻𝘁𝗲𝘀, pela sua recolha, acolhimento, cuidados veterinários e eventual adopção, através dos centros de recolha oficial (CRO), também conhecidos como canis/gatis municipais.

𝗘𝗺 𝗿𝗲𝘀𝘂𝗺𝗼:

* A 𝗖𝗮̂𝗺𝗮𝗿𝗮 𝗠𝘂𝗻𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗹 𝘁𝗲𝗺 𝗼𝗯𝗿𝗶𝗴𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗹𝗲𝗴𝗮𝗹 de actuar perante situações de animais errantes.

* Deve haver um serviço próprio ou contratualizado para recolher, tratar e dar destino adequado aos animais.

* Os cidadãos podem (e devem) comunicar a presença de animais errantes atropelados e magoados à câmara, que tem o dever de responder.

Se encontrar um animal errante atropelado ou doente fora do horário de funcionamento da câmara municipal, pode e deve contactar os bombeiros ou as autoridades policiais (PSP ou GNR) para reportar a situação.

De acordo com a legislação portuguesa, a responsabilidade pela recolha de animais errantes é das câmaras municipais, no entanto, fora do horário de expediente dos serviços municipais, as autoridades policiais e os bombeiros podem ser contactados para garantir que o animal é socorrido e encaminhado para os serviços competentes assim que possível.

Portanto, se encontrar um animal errante e a câmara municipal estiver encerrada, não hesite em contactar os bombeiros ou a PSP/GNR para reportar a situação e solicitar assistência.

𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿:

 1. Ligue para a Câmara Municipal local, Bombeiros, GNR ou PSP.

 2. Anote, forneça o local exato, com o máximo de detalhes possível e espere no local.

 3. Se o animal estiver com vida, não tente movê-lo sem apoio técnico.

 4. Importante: As 𝗮𝘂𝘁𝗼𝗿𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲𝘀 𝗻𝗮̃𝗼 𝗽𝗼𝗱𝗲𝗺 𝗿𝗲𝗰𝘂𝘀𝗮𝗿-𝘀𝗲 𝗮 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗿-𝘀𝗲 𝗻𝗲𝗺 𝗮 𝗿𝗲𝗰𝗲𝗯𝗲𝗿 𝗮 𝗼𝗰𝗼𝗿𝗿𝗲̂𝗻𝗰𝗶𝗮. Peça sempre o nome e número da patrulha, se necessário.

𝗘𝘅𝗶𝗷𝗮 𝗼𝘀 𝘀𝗲𝘂𝘀 𝗱𝗶𝗿𝗲𝗶𝘁𝗼𝘀 𝗲 𝗼𝘀 𝗱𝗼 𝗮𝗻𝗶𝗺𝗮𝗹. A omissão de socorro ou o abandono do cadáver de um animal é uma falha grave dos serviços públicos.



Tanto os agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP), da Guarda Nacional Republicana (GNR) como os bombeiros em Portugal têm a obrigação legal de se identificarem quando abordam um cidadão no exercício das suas funções.

Esta obrigação está prevista no artigo 23.º do Decreto-Lei n.º 243/2015, de 19 de outubro.  

De acordo com o Decreto-Lei n.º 64/2019, de 16 de maio, que altera o regime jurídico aplicável aos bombeiros portugueses, 𝗼𝘀 𝗯𝗼𝗺𝗯𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀 𝗱𝗲𝘃𝗲𝗺 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗿-𝘀𝗲 𝗺𝗲𝗱𝗶𝗮𝗻𝘁𝗲 𝗮 𝗮𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗰𝗮𝗿𝘁𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗯𝗼𝗺𝗯𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗼𝘂 𝗼𝘂𝘁𝗿𝗼 𝗾𝘂𝗲 𝗼 𝘀𝘂𝗯𝘀𝘁𝗶𝘁𝘂𝗮 𝗻𝗼𝘀 𝘁𝗲𝗿𝗺𝗼𝘀 𝗹𝗲𝗴𝗮𝗶𝘀.  

 𝗢 𝗾𝘂𝗲 𝗳𝗮𝘇𝗲𝗿 𝘀𝗲 𝘂𝗺 𝗮𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗼𝘂 𝗯𝗼𝗺𝗯𝗲𝗶𝗿𝗼 𝗻𝗮̃𝗼 𝘀𝗲 𝗶𝗱𝗲𝗻𝘁𝗶𝗳𝗶𝗰𝗮𝗿?

* Solicite educadamente a identificação.

* Anote o nome, número de identificação e a entidade a que pertence.

* Se houver recusa em se identificar, pode apresentar uma queixa junto da entidade competente, como a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) no caso das forças de segurança. 

É muito importante que os cidadãos conheçam os seus direitos e deveres para garantir a transparência e a legalidade nas interações com as autoridades.

25 de Abril na Aldeia

Comemorações d o 25 de Abril Festival de Folclore FIFCA 3 Comitivas internacionais e o Rancho Os Camponeses da Raposa Infelizmente o festiv...