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20 agosto 2025

A máquina multibanco da aldeia



O único terminal multibanco da Aldeia da Raposa, colocado no edifício da Junta de Frequesia, está fora de serviço já lá vão vários meses.

A responsabilidade pela reparação de avarias num terminal Multibanco cabe à instituição bancária que opera esse terminal e não à SIBS directamente, embora esta seja responsável pela gestão da rede.
Cada caixa Multibanco está associada a um banco específico, que é responsável pela sua manutenção e funcionamento.



Multibanco é a rede de caixas automáticas gerida pela SIBS (Sociedade Interbancária de Serviços) em Portugal. Este sistema é amplamente utilizado pelos portugueses para uma variedade de operações financeiras e, claro, para levantamento de dinheiro. As caixas multibanco estão espalhadas por todo o país, incluindo pequenas localidades e grandes cidades, e dispõem de mais de 60 tipos de operações, desde pagamentos ao Estado a carregamentos de telemóveis.

As caixas multibanco permitem fazer diversas operações, incluindo:

  • Levantamentos e consultas de saldo
  • Transferências bancárias
  • Pagamentos de serviços (água, eletricidade, telecomunicações, etc.)
  • Pagamentos ao Estado (IRS, IMI, IUC, etc.)
  • Carregamentos de telemóveis e cartões de transporte
  • * Depósitos e pré-pagamentos.
* apenas em alguns terminais

10 agosto 2025

Pesca na Ribeira de Muge


🌿 Ribeira de Muge na Raposa: Um Tesouro Natural Ribatejano

A Ribeira de Muge, também conhecida como Rio Mugem, é uma ribeira portuguesa que nasce perto de Água Travessa, no concelho de Abrantes, e percorre cerca de 68 km até desaguar no rio Tejo, junto à aldeia avieira do Escaroupim, em Salvaterra de Magos.

📍A freguesia da Raposa, no concelho de Almeirim, é uma das localidades atravessadas por esta ribeira. A zona é marcada por paisagens campestres, com campos cultivados, montados de sobro e manchas de pinheiro bravo. A presença da Ribeira de Muge contribui para a fertilidade da várzea e para a biodiversidade local.

🚶Caminhadas e Natureza - há eventos organizados que exploram a beleza da Ribeira de Muge, como caminhadas que passam por locais como Casal da Tira, Fonte Val D’Água e parques de merendas. Estes percursos são ideais para quem aprecia o contacto com a natureza e a tranquilidade rural do Ribatejo.

A Ribeira de Muge é também um excelente local para pesca em água doce, que passa pela freguesia da Raposa. É conhecida por ser acessível e tranquila, ideal para pescadores amadores e experientes.


Espécies Disponíveis

Nas margens, barragens e poços da Ribeira de Muge, as capturas mais frequentes são:

Espécie

Frequência

                 Pimpão

                 Alta

                 Enguia

                 Alta

           Ablete / Alburno

                 Alta

                 Carpa

               Média

                 Achigã

               Média

           Barbo-comum

               Baixa

                 Tainha 

               Baixa

            Lucioperca 

               Baixa

     Técnicas e Iscos - Pesca de Fundo

    • Montagem simples com chumbada corredia e anzol de tamanhos 4 a 20
    • Isco: minhoca, massa caseira, asticot ou milho doce.

    • Pesca com Boia
    • Flutuador de perfil fino para águas calmas.
    • Engodo com partículas (milho, aveia) para carpa e barbo.
    • Pacotes de engodo solto e farelos para atrair cardumes de carpa.

             

           Regulamentação e Licenças

        Válida de  1 de janeiro a 31 de dezembro e é obtida na Rede Multibanco ou  balcões do ICNF

    •  Nacional
    •  Todo o território nacional
    •  Regional norte
       Águas interiores a norte do rio Douro, incluindo as suas margens 
    •  Regional centro
       Águas interiores entre os rios Douro e Tejo, incluindo as suas margens 
    •  Regional sul
       Águas interiores a sul do rio Tejo, incluindo as suas margens 

Legislação da pesca em águas interiores
Lei n.º 7/2008, de 15 de fevereiro, alterada e republicada pelo Decreto-Lei n.º 221/2015, de 8 de outubro, regulamentada pelo Decreto-Lei n.º 112/2017, de 6 de setembro, e legislação complementar:
Portaria n.º 360/2017, de 22 de novembro, alterada e republicada pela Portaria n.º 108/2018, de 20 de abril, Portaria n.º 385-A/2017, de 28 de dezembro, e Portaria n.º 192/2018, de 3 de julho.

07 agosto 2025

Chafariz da Raposa: Um Património Histórico

 


Chafariz da Raposa: Um Patrimônio Histórico

O Chafariz da Raposa, localizado na Estrada Nacional 114, que conecta Coruche a Almeirim, é um marco histórico da freguesia da Raposa, no concelho de Almeirim. Construído em 1884 - este chafariz é um testemunho da história local e da importância da água como recurso essencial para as comunidades da época e é um marco histórico que testemunha o desenvolvimento da freguesia no século XIX. Relativamente bem conservado, este ponto de água pública serviu durante décadas como lugar de encontro e abastecimento, reflectindo a importância da infraestrutura hidráulica nas zonas rurais.ntexto Histórico e Turístico

📜 Contexto Histórico e Turístico

A freguesia da Raposa, parte do concelho de Almeirim, possui uma rica história que remonta aos tempos da monarquia portuguesa. Almeirim, conhecida pelos Paços Reais fundados em 1411, desempenhou um papel significativo na história nacional.

Os registos históricos da Raposa incluem documentos paroquiais, como os duplicados de registos de casamento entre 1884 e 1888, preservados no Arquivo Distrital de Santarém. Embora o chafariz não seja detalhado nos documentos oficiais da Câmara Municipal, a sua presença física e conservação fazem dele um ponto de interesse para visitantes e historiadores.



🌟 Dica Turística

Para os amantes de história e arquitectura, uma visita ao Chafariz da Raposa oferece uma oportunidade única de explorar um pedaço da história local. Combine a visita com um passeio pela Estrada Nacional 114 e descubra outras jóias escondidas da região de Almeirim. 

O chafariz está funcional.



05 agosto 2025

A Igreja Matriz da Raposa




Trata-se de uma construção do Séc. XVII, Barroca, edificada no tempo dos mouros, que só mais tarde foi transformada em igreja. Inicialmente era pintada de branco (actualmente branco e azul) e ornamentada com um conjunto de três sinos que ainda se mantêm, e está situada no alto de um monte.

A sua subida acentuada é uma caminhada dura e de sacrifício, mas a meta, que é Cristo, anima e dá a força e coragem para avançar.
  
Imagem de Cristo Crucificado
 
No interior podemos contemplar o altar em Talha Dourada, com a imagem de Cristo Crucificado, já avaliada por alguns especialistas e caracterizada como “de valor incalculável”, uma imagem imponente com cerca de 2 m de altura que representa Cristo, que nos consola e nos acolhe no seu amor infinito.
 
Imagem de Santo António
 
A imagem de S. António veio do lugar do Convento de Nossa Senhora da Serra onde viviam alguns monges, segundo o estilo de vida de S. António. 

Esculpida em pedra, esta imagem pesa oitenta quilos. Pode ainda realçar-se a sensibilidade do escultor, desconhecido,  que lhe deu traços perfeitos. 

Sendo uma imagem antiga, aproximadamente do ano de 1960, foi mandada restaurar na cidade do Porto, pelo pároco da época, Padre Rodrigues. 

Foi novamente mandada restaurar em Santarém, por volta do ano de 1980, pelo Padre António Sousa Bento, e tal como na anterior restauração, regressou perfeita.
  
Imagem de Nossa Sra. de Fátima
 
A imagem de Nossa Senhora de Fátima, que veio substituir um busto de Nossa Senhora das Graças, também vinda do Convento da Serra e que foi levada desta Igreja para um local do qual não se tem conhecimento, é relativamente recente.
 
Livro “Rol dos Confessados”
 
Este é de facto um livro extremamente interessante que servia para anotar os nomes dos vários membros de cada família que, em determinados períodos do ano, se deveriam confessar.



02 agosto 2025

A recolha do lixo na Aldeia da Raposa

 


A Ecoleziria é a empresa responsável pela recolha dos resíduos que são depois encaminhados para triagem e reciclagem e é associada da ESGRA - Associação para a Gestão de Resíduos.


Recolha Porta-a-Porta de Recicláveis na Raposa

Distribuídos 3 baldes - tampa castanha, azul e amarela

Baldes castanhos - biorresíduos

Baldes azuispapel e cartão

Baldes amarelosplástico e metal

A recolha dos baldes é feita da seguinte forma:

-  baldes azuis quinzenalmente às quintas-feiras

- baldes amarelos semanalmente às terças-feiras

- baldes castanhos - ainda não é efectuada a recolha mas está prevista que venha a ser bissemanal com início em data a anunciar.


Recolha por Ecopontos





A ELECTRICIDADE